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Greve: Prejuízos para todos...

O dnonline desta sexta-feira (1) apresenta uma importante matéria sobre os prejuizos causados pelos setores públicos do RN, em greve a mais de dois meses.

Veja parte da matéria:

Enquanto o impasse persiste e o Governo do Estado não chega a um acordo com os servidores estaduais que estão em greve há pelo menos dois meses, o saldo que fica são dezenas de serviços públicos prejudicados. Estudantes sem aulas há dois meses, inquéritos paralisados nas delegacias, recursos da ordem de R$ 5 milhões para agricultura familiar sem poderem ser destinados aos produtores rurais, além de projetos culturais sem funcionamento. Esse é apenas parte do cenário da máquina pública do Rio Grande do Norte atualmente.

Atualmente, seis categorias estão com suas atividades paralisadas. No caso da educação, a greve já chega a 64 dias. Além dos professores da Secretaria Estadual de Educação (Seec), estão em greve, no Rio Grande do Norte, Polícia Civil, servidores do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), da Fundação José Augusto (FJA), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e técnicos da Secretaria Estadual de Tributação (SET).

Com aparalisação de mais de 70% dos professores, ficaram prejudicadas as aulas em toda a rede estadual de educação.

Para ler na íntegra CLICK AQUI.

DO BLOG:

Todos os funcionários claro que estão conscientes dos prejuízos causados por uma greve, inclusive quando perdura por tanto tempo, mas é preciso a população compreender que o grande responsável por essas paralisações é o governo do estado (entenda-se o governo atual e os anteriores). A greve é o único recurso legalmente constituído para forçar o governo em atender as reivindicações de cada categoria.

Não apenas pelo salário, mas, fundamentalmente pelas condições de trabalho. Há escolas em Nova Cruz, por exemplo, que sua estrutura física é a mesma de 30, 50 anos atrás. Lamentavelmente os alunos é que são os grandes prejudicados e as reais vítimas do processo ensino aprendizagem, mas é isso que acontece quando anos a fio escolhemos errado os nossos representantes.

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