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UM A UM ...

Alguém sabe o que significa abandonar o barco? Históricamente, conta-se que essa frase é usada pelo capitão de um návio quando ele está prestes a naufragar, mas aplica-se muito no dia-a-dia quando abandona-se um projeto que ainda não esteja terminado. Acredito que esse termo "abandonar o barco" aplica-se também aos detentores de mandato que se diziam dispostos a fazer oposição em Nova Cruz. Seria muito bom se a rádio agreste FM de Nova Cruz, pudesse colocar no ar a reprise do programa exibido em 11 de outubro de 2008, uma semana depois das eleições municipais, onde as cabinas da rádio ficaram superlotadas e todos, digo todos, que usaram da voz juraram fidelidade ao sistema político ao qual foram eleitos e prometeram fazer uma oposição coerente, mas sempre oposição, já pensando em 2012. A falta de "poder" para quem não sabe conviver sem ele, fez com que as essas palavras ditas e as juras feitas ficassem rapidamente esquecidas ou adormecidas pelos próximos longos qu...

TSE CANCELA MAIS DE 500 MIL TÍTULOS ...

O Tribunal Superior Eleitoral anunciou nesta terça-feira o cancelamento de 551.456 títulos de eleitor em todo o país. Tiveram os documentos cancelados, aqueles que não votaram e não justificaram a ausência nas três últimas eleições - cada turno é considerado uma eleição. O estado com maior número de cancelamentos foi São Paulo, local em que 145.494 pessoas tiveram seus títulos cancelados. Em Roraima, houve o menor número de cancelamentos: 1.608 eleitores, o Rio Grande do Norte que tem eleitorado totalizando 2.172.629 teve um total de 5.072 cancelamentos.

WILMA e FLÁVIO AZEVEDO LANÇAM PROGRAMA JUNTOS...

Não é o de Nova Cruz mas o presidente da Fiern, Flávio Azevedo, o secretário estadual de Trabalho, Habitação e Assistência Social, Fabian Saraiva e a governadora Wilma de Faria lançam hoje, às 16h, o programa de qualificação, o Trabalhador Nota 10. Na ocasião, a governadora Wilma de Faria vai anunciar a duplicação de vagas do Programa Primeira Chance, e lançar o selo de Responsabilidade Social para empresas parceiras do Estado. Fonte: blog da Thaisa Galvão

PDT quer investigação sobre Agaciel Maia...

O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), decidiu encaminhar ao Banco Central um pedido de informação sobre as movimentações financeiras operadas pelos 38 bancos que realizam crédito consignado para servidores da Casa. Tuma quer os dados para avaliar as denúncias do ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi, de que o ex-diretor geral da Casa Agaciel Maia comandou um esquema de desvio de recursos em contratos com instituições bancárias. Zoghbi também insinua a participação do próprio corregedor e do ex-primeiro-secretário Efraim Moraes (DEM-PB).

Mudanças no Ensino Médio...

O Ministério da Educação propõe em documento, a ser analisado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que o estudante do ensino médio tenha a possibilidade de escolher 20% de sua grade curricular. A proposta abarca ainda outros pontos, como ampliação da carga horária do ensino médio, de 2,4 mil para 3 mil horas, e do volume de aulas práticas, valorização da leitura em todas as áreas do conhecimento e maior oferta de atividades culturais ao aluno. A previsão é que as propostas, reunidas em documento intitulado Programa Ensino Médio Inovador, sejam votadas pelo CNE até julho. Se aprovadas, as propostas podem ser adotadas pelas redes estaduais, que têm autonomia para aderir ou não. O MEC pretende assinar com os estados acordos de cooperação técnica e financeira (ainda sem valor estimado), após a avaliação de projetos dos estados com base...

184 bilhões para os estados

Quando um banco faz um empréstimo, tem por norma cobrar juros maiores que os que paga ao captar dinheiro. Nos últimos 12 anos, o governo federal tem agido de forma inversa em relação aos estados: empresta a juros inferiores aos que paga ao mercado. Enquanto os bancos faturam com altos spreads, o governo arca com subsídios que, desde 1997, já somam R$ 184,5 bilhões, concedidos a 24 estados e ao Distrito Federal. Esse subsídio ocorre sempre que a taxa Selic, que corrige o que a União deve a bancos e investidores, fica maior que o índice de correção das dívidas que a mesma União tem a receber dos governos estaduais. fonte: G1